quarta-feira, 14 de abril de 2010
Amar o Benfica!
Não vou falar de todos os jogadores desta vez, mas há alguns que merecem destaque:
- Ramires: Para mim um dos melhores em campo. Correu quilómetros, brilhante a atacar e a recuperar a bola e excelente a defender, ajudando sempre, sempre a defesa.
- David Luis: Sempre com aquela garra, esteve em todo o lado, puxando inclusive pela equipa no 1º tempo! Fantástico, como só ele!
- Amorim: Um dos pulmões da equipa, consistente na defesa, equilibrado no ataque, fez algumas boas jogadas, tendo o seu ponto alto naquela arrancada que culminou no golo de Cardozo.
- Aimar: Um golo de mestre, mas sobretudo soube "carregar o piano" e levar a equipa para a frente. Assumiu o controlo do jogo e mostrou mais uma vez que é um nº 10 em cheio!
- Kardec: Deu imensa luta, mostrou a sua velocidade e sobretudo o seu pensar rápido. Para mim foi uma boa aposta de Jesus.
Depois acho que mais uma vez temos de dizer que Jesus é um treinador fantástico! Ele pôs esta equipa a jogar os 200% que prometeu e muito mais! Sempre disse que adoro um treinador que vibra com cada golo, mas com Jesus, percebi que adoro um treinador que vibra com o jogo como eu vibro. Que não pára quieto, que grita com eles, que corrige, que se chateia com jogadas perdidas, que se passa com golos falhados! Eu gosto de um treinador que sinta a camisola do Benfica. Hoje, Jesus tentou não festejar efusivamente o primeiro golo (mesmo assim lá festejou), mas ao segundo não conseguiu e festejou como todos os 60 e tal mil adeptos que o envolviam!
Faltam 4 jogos apenas. 4 jogos de luta e dedicação. 3 jogos e uma final, pois o jogo com o FCP é para mostrar mais uma vez que mesmo com Hulk, o Benfica vence.
PS: Fica só um apelo. Já vi na Benfica TV que vão transmitir uma festa que festeja o nosso (previsível) 32º campeonato. Aquilo a que apelo é que tenham igualmente equipas de reportagem para mostrar a festa no Marquês «, nos Restauradores, nos Aliados e claro, no Estádio da Luz. Quanto aos festejos do resto do país, um programa com as filmagens dos benfiquistas era o ideal. Eu confesso que já preparo os meus festejos, mas só arranco quando matematicamente for impossível perder este título.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Liga Europa - O fim do sonho
Penso que já todos os blogs do Benfica já falaram da derrota de ontem. Tristemente, vi alguns a criticar Jorge Jesus pelas escolhas e a crucificar alguns jogadores.A verdade é que só Jorge Jesus sabe a condição dos seus jogadores, ao contrário de outros anos em que todos falavam dos jogadores do Benfica.
A mexida na defesa, justificou-se com a necessidade de cm na luta com Kuyt e Torres, que na 1ª mão, passaram e venceram Coentrão em muitos duelos, para além disso a ideia era poder jogar com o próprio jogo, caso o Benfica estivesse a vencer, Coentrão podia entrar e formar uma defesa de 5 e caso fosse necessário arriscar, jogar com 3 centrais apenas, subindo Ruben Amorim (como acabou por subir, embora não tanto quanto se queria).
De resto, a equipa foi o normal. O que se viu foi o que Jesus já tinha falado...o cansaço acumulado. Há jogadores que estão claramente cansados. Maxi, penso que não jogou por isso mesmo, pois foi claro na Figueira da Foz que está cansado.
Mesmo assim, o Benfica entrou a dominar e a controlar o jogo, evitando que o Liverpool carregasse. Foram 25 minutos que me deram bastante confiança, mas aquela ingenuidade de Julio César, custou-nos um golo. O Julio, bastava ter levantado os pés e seria falta, mas limitou-se a ficar no chão. É certo que se a indicação é do 4º árbitro é suspeito, mas o Benfica já está habituado a isso. Depois fomos vítimas do contra ataque demolidor do Liverpool. Eles aproveitaram o espaço que lhes demos na procura pelo golo que merecemos.
Além disso, também não tivemos a sorte do nosso lado. O lance do Sidney, o livre do Cardozo, etc...
O que é verdade é que saímos de pé. Fizemos uma carreira brilhante e perdemos com um verdadeiro colosso mundial. Demos replica, lutamos sempre e nunca mandamos a toalha ao chão. No agregado perdemos por 5-3 ao contrário de outros que festejaram a nossa derrota, que perderam por 5 num só jogo.
Uma palavra final para Julio César, para que recupere rápido. Aos que o criticam neste jogo, não se esqueçam do que fez nos jogo com o Marselha.
A Jorge Jesus só pedimos a tal resposta que temos sempre dado em resultados menos bons, a resposta categórica no jogo seguinte. Vamos cobrar ao Sporting com mais uma exibição de encher o olho e a alma! Todos acreditamos nesta equipa! Todos acreditamos em Jorge Jesus e agora podemos concentrarmos-nos no objectivo final, o 32º campeonato!
quinta-feira, 8 de abril de 2010
A 'ressurreição' do Benfica - Por Santos Neves
É muito do que penso deste Benfica! Além disso, acrescento a moralização do excelente guarda-redes que é o Quim e a construção de um avançado mais completo personalizada em Cardozo, que com Jesus deixou de ser um tipo grande que cabeceia e mete o pé esquerdo, empurrando bolas para a baliza, para um construtor de jogo (embora ainda tímido)
Pessoalmente, penso que o Benfica acabará por perder Di Maria e possivelmente outro jogador. Não acredito que David Luiz ceda aos milhões, pois ama demais este clube para sair. Luisão já afirmou que quer acabar a carreira no Benfica e Javi, quer chegar à selecção pelo Benfica. Ramires e Cardozo são assim fortes opções para a saída. Assim, o Benfica tem de ter uma solução à altura de Di Maria que poderá passar por Nani, Simão , Urreta ou outro semelhante. Precisamos de defesas laterais consistentes e quanto a mim precisamos de um matador que saiba jogar mais que Cardozo. Além disso... apostava no regresso do encantador Miccoli para "clonar" Saviola.
Quanto a vendas... uiii tanto que há para vender. Luis Filipe, Mantorras, Jorge Ribeiro, etc... todos os que este ano não jogaram devem sair. O Benfica construiu uma equipa equilibrada e é assim que se deve construir o plantel da próxima época, mas desta vez com pé e cabeça, mas também troco, ou seja, sem contar com todos os que estão abaixo do titular. Com isto digo que Kardec, Eder Luis, Julio César, Ruben Amorim, Airton, etc, como já entraram a títulares em jogos ditos importantes, estão claramente à altura, já Mantorras, Luis Filipes, Jorge Ribeiros e afins não!
Depois acho que temos bons juniores que podem jogar jogos menores. Roderick é disso exemplo, mas não só! Além disso, espero que o Rui Costa constitua um clube dito satélite do Benfica. O Santa Clara é uma excelente solução, assim como o Sport London e Benfica que tão brilhante carreira tem feito. Assim os nossos juniores poderia começar a rodar ao mais alto nível e cimentar o seu futebol para anos depois integrarem o plantel principal.
Quanto ao Jorge Jesus... renovem com o homem até 2050! Façam dele o Fergussun português, pois a táctica e o estudo exaustivo das equipas fazem dele um técnico de nível mundial! Uns dirão que é exagero o que digo, mas o Benfica precisa de estabilidade técnica. O Manchester encontrou isso em Alex F. e o Benfica pode fazer o mesmo. Toni, Rui Costa, Mozer, Simões, Augusto... para citar apenas alguns, podem ocupar o lugar de treinador adjunto depois.
domingo, 28 de março de 2010
Benfica - Braga - Análise e Opinião
Foi-me difícil ver este jogo. Não por causa de quaisquer dificuldades extremas que nos tenham sido colocadas pelo clube dos bacorinhos (se na casa mãe são porcos, parece-me natural que aqueles que os imitam e tentam ser como eles sejam bácoros). Sporting Clube de Bácoros assenta-lhes que nem uma luva. A Domingos, Salvadores, Mesquitas e ao resto da vara. O que tornou mais difícil para mim ver este jogo foi mesmo o sentimento de profunda injustiça por a nossa equipa, que tem jogado futebol como há muito não se via, que tem dominado esta liga, que tem exibido uma superioridade incontestável por qualquer um que não seja cego ou o Eduardo Barroso, ser obrigada à ignomínia de ter que, nesta fase do campeonato, jogar um jogo decisivo para a atribuição do título contra uma equipa do nível da dos bácoros, orientada por um fuinha como o Domingos, que se esforça para mostrar estar fora dos campos ao mesmo nível rasteirinho que exibia dentro deles.
E a diferença entre as duas equipas foi bem evidente no jogo desta noite. De um lado, uma equipa interessada em vencer. Do outro, uma equipa remetida ao seu meio campo, interessada em não deixar jogar e em segurar o empate a todo o custo. A carreira dos bácoros neste campeonato tem estado assente na organização defensiva, vencendo diversos jogos pela diferença mínima, e esta noite fizeram apelo a toda essa organização para tentarem sair incólumes do Estádio da Luz. A tarefa do Benfica, que apresentou como única alteração ao onze base a presença do Carlos Martins no lugar do Aimar, era conseguir furar uma defesa que era constituída quase sempre por dez jogadores atrás da linha da bola, com linhas muito juntas, e que tentava aproveitar qualquer livre arrancado por um eventual mergulho do Alan para conseguir chegar perto da nossa baliza. Não foi uma tarefa fácil, até porque o Benfica não esteve numa noite brilhante.
A primeira parte foi quase sempre passada no meio campo dos bácoros, com o Benfica a ter uma posse de bola esmagadora, mas insistindo demasiadas vezes pelo centro, onde aparecia quase sempre um pé ou uma cabeça a interceptar os passes. No ataque, o nosso adversário foi simplesmente inofensivo. Apenas nos referidos livres chegavam perto da nossa área, mas até neste aspecto pouco fizeram, já que os livres foram invariavelmente marcados de forma desastrada. A melhor oportunidade de golo da primeira parte acabou por surgir de um erro de um defesa adversário, que com um mau passe isolou o Saviola, mas este esteve muito mal na decisão que tomou de tentar fintar o guarda-redes, e a ocasião perdeu-se. Cardozo e Saviola também ameaçaram, mas o golo estava difícil de alcançar. E só chegou mesmo sobre o intervalo. Foi numa sequência de dois cantos a nosso favor, na direita do ataque, com o segundo a ser marcado de forma curta. O Carlos Martins fez o centro para um cabeceamento do Javi García, que levou a bola a embater no Luisão e a ficar-lhe nos pés, muito perto da pequena área, tendo ele então rematado de pé esquerdo para o fundo da baliza. Mais uma vez Luisão, o homem dos golos decisivos nos jogos decisivos, a surgir na altura certa para nos levar em vantagem para o intervalo.
A entrada do Benfica na segunda parte foi, como se esperava, boa. A equipa parecia decidida em marcar o segundo golo e resolver cedo o assunto. Apostando mais em jogar pelos flancos, o Benfica conseguia abrir mais espaços nas costas da defesa adversária, e teve vários cruzamentos perigosos aos quais não foi dado o melhor seguimento, com o Maxi Pereira a estar em particular destaque neste aspecto. Talvez com um Cardozo (oportunidades de finalização perdidas por tentar puxar a bola para o pé esquerdo, ou por tentar dominar a bola em vez de finalizar de primeira) ou um Saviola numa noite mais inspirada na finalização pudessemos ter resolvido o assunto mais cedo, e evitado alguns cabelos brancos aos nossos adeptos. Quanto ao nosso adversário, obrigado agora a arriscar mais, mostrou não ter grandes opções para fazê-lo. As substituições que fez foram directas, ou seja, os jogadores que entraram foram jogar exactamente para as mesmas posições daqueles que substituíram. E quanto a chegar à nossa baliza, continuou a ser a mesma coisa, isto é, aproveitarem qualquer livre assinalado, mesmo que fosse sobre a linha do meio campo, para despejar a bola para a grande área. Este método apenas lhes proporcionou uma ocasião em que causaram alguma preocupação, em que um dos centrais conseguiu aparecer a cabecear cruzado ao segundo poste. De resto, foram inofensivos, e não conseguiram sequer ameaçar poderem chegar ao empate. Mesmo nos quinze minutos finais, em que o Benfica adoptou uma atitude mais realista e decidiu baixar as linhas, apostando em segurar a vantagem em vez de procurar com insistência o segundo golo, os bácoros não conseguiram criar qualquer ocasião de perigo, tendo o Quim sido praticamente mais um espectador. Marcarmos o segundo golo teria sido importante, mas foi com a vantagem mínima que o jogo terminou.
Não foi um jogo propício a grandes exibições, já que nunca houve muito espaço para se jogar. Se tenho que fazer alguns destaques, começo pelo Luisão. Quanto mais não seja pelo golo decisivo. O nosso capitão voltou a surgir num jogo decisivo para marcar o golo que nos deu a vitória, e lançar-nos ainda mais para a conquista do campeonato. Mas para além disso, esteve sempre seguro na defesa, como é seu timbre. O Fábio Coentrão voltou a mostrar estar num momento de forma excelente, parecendo completamente adaptado às funções de lateral esquerdo. Aliás, duvido que haja algum lateral esquerdo de raiz em Portugal que neste momento faça melhor a posição do que ele. Muito bom jogo do Ramires, enquanto esteve em campo, tendo-me mesmo surpreendido a sua substituição. Gostei também muito do Javi García, que foi um guerreiro na luta do meio campo e, como é habitual, ganhou e recuperou inúmeras bolas. Conforme disse, e apesar de terem trabalhado muito, o Saviola e o Cardozo não estiveram felizes na finalização. E o Di María esteve demasiado discreto num jogo em que eu esperava que desequilibrasse mais.
Acabámos de completar uma volta inteira sem derrotas. Temos seis pontos de vantagem, faltam seis jogos para terminar a Liga. Ainda há muito trabalho pela frente, ainda teremos que sofrer bastante até final e manter a concentração, mas ficámos agora muito mais perto do grande objectivo para esta época. O título será a única recompensa justa para uma época que tem sido, até agora, brilhante.
Ia escrever a minha análise do jogo, mas o D' Arcy fez uma análise tão perfeita que coloco a dele aqui.
Ressalvo apenas alguns aspectos:
1º Que o Braga não fez mesmo por vencer o jogo. Procurou manter sim o 3 pontos de diferença na esperança que o Porto lhes desse o campeonato. O Benfica lutou sempre pelo seu objectivo, que é vencer sempre! Lutou e conquistou o almejado golo num lance do bola parada com sorte. A verdade é que criamos não uma nem duas chances de golo. Foram várias as hipóteses! Várias desperdiçadas, outras tiradas como pão da boca de Saviola e Cardozo.
2º As Grandes exibições de jogadores do Benfica!
Quim - Enorme é o adjectivo! Sempre seguro e a mostrar que é o melhor guardião em Portugal. Mostrou em campo como o guarda redes deve ser seguro e saber gerir o jogo. Mostrou a Queiroz que deveria ser o seu 12 na baliza das quinas.
Coentrão - Excelente nos 90 minutos. Mostrou que para além de bem dotado tecnicamente se consegue adapta magnificamente à posição de defesa esquerdo. Esteve brilhante a defender e excelente a atacar. Recuperou muitas bolas.
David Luis - Implacável é a palavra! Excelente a recuperar jogo, a defender e a sair a jogar. Para mim, é mesmo o melhor central a actuar em Portugal.
Luisão - Tal como em 2004 marca um golo que pode decidir o campeonato. Bem a defender, apenas me lembro de uma falha enorme que David Luis salvou.
Maxi - O homem tem de ter mais de 2 pulmões. Muito corre o rapaz! Sobe bem, entrega bem e agora começou a rematar de longe, o que o torna mais jogador ainda.Javi - Imponente como sempre. Brilhante a preencher espaços, inteligente a cortar jogadas e implacável na marcação.
Martins - Como sempre, lutou até ter pulmão. Dinamizou muito o ataque e forçou o Braga a recuperar rápido temendo o seu pontapé de meia distância. Recuperou imensas bolas e está inocente no lance da lesão de Mossoró, pois apenas joga a bola.
Aimar - Entrou e mexeu com o jogo como é seu hábito. Hábil a soltar e distribuir bola, eficaz nas entradas na área.
Cardozo - Com dois centrais fortes, debateu-se bem e procurou ajudar a equipa. Foi buscar muitas bolas atrás, chegou-se mais à linha na 2ª parte para dar espaço a Aimar e teve nos pés várias oportunidades... pena que a maioria tenha chegado ao pé direito e não ao esquerdo.
Saviola - Esteve em dúvida a semana toda, mas sempre achei que jogaria. Este ao seu nível em todos os aspectos, ou seja, brilhante e bem acima da média. Apenas falhou no capítulo da finalização, mas nem sempre pode estás perfeito.
Ruben Amorim - Pratico e eficaz como sempre. Aparecia em todo o lado no pouco tempo que esteve em jogo. Entrou claramente para poupar Ramires para o jogo com o Liverpool.
Kardec - Jogou muito pouco tempo para avaliação.
3º Falta de criatividade do Braga - Foi sempre uma equipa contida, muito mais preocupada em anular o Benfica que em construir jogo. Acordou um pouco na segunda metade da segunda parte, mas desceu à terra quando foi sacudida pelas investidas do Benfica.
4º Jesus - Muitos criticaram as criticas e as bocas antes do jogo, mas como diria o Mourinho, é um mind game. Na conferência de imprensa esteve muito bem, só achei que a história de paternidade da qualidade de jogo de Braga já é um pouco demais. Mas mesmo assim, é mais um mind game para assombrar o Domingos.
5º Domingos - É triste ver alguém a protestar por 7 segundos... Além disso, dizer que o jogo foi equilibrado só pode ser um pro forma de discurso de treinador...
6ª Adeptos - Ter o estádio cheio num jogo importante como este era fundamental e os adeptos reagiram em massa! Soube de muitos que já foram tarde para comprar ingressos. Mas mais importante é ver os 62 mil adeptos benfiquistas a gritar pelo seu clube os 90 minutos!
domingo, 13 de dezembro de 2009
Aprendes-te?
Será que o Jesus aprendeu com este jogo? As filiais do FoCuPorto tudo farão para que a casa mãe saia beneficiada. Ora com Aimar já lesionado, Amorim idem, tiraram de combate Coentrão (por burrice de JJ e um "xalente" trabalho do árbitro) e Di Maria (por burrice própria) e Ramirez fruto da escola de Jorge Costa. Safou-se David Luis que não conseguiram entalar e Cardozo que já aprendeu com o jogo de Braga que nem respirar pode quando o atacam.
Se já queria ganhar aos curruptos... agora ainda mais gana lhes tenho. Espero que Jesus pense o mesmo!!
Nota: Eu não gramo o Nuno Gomes, mas que o tipo é eficaz, lá isso é! Obrigado Nuno.

