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domingo, 3 de outubro de 2010

Benfica - Braga

Este foi com toda a garra! Até a SporcoTV teve de passar aquela famosa mensagem... "O Sporting de Braga não remata à mais de 30 minutos", mas como era contra o Benfica, só passou uma vez.

O Saviola então estava mesmo endiabrado! O Coentrão já nem dá pra adjectivar mais, pois o homem metei o Silvio no bolso o jogo todo! Luisão enorme, Javi imperial principalmente nas alturas, um Aimar a espalhar perfume e qualidade e claro... um dedicado, esforçado e sempre importante Carlos Martins, que com mais uma bomba, arrumou o assunto.

Só há uma coisa que foi igual ao ano passado... mais túneis! Ora lembro-me de um do Saviola ao Luis Aguiar, um do Coentrão ao Silvio e outro do Aimar a um que agora não me lembro... é mesmo um jogo de túneis!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Luisão disse:

Para o ano quero outra destas!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Eis a prova irrefutável

Vou por bem grande para que os comentadeiros e avençados vejam bem que o Luisão não mandou para a bancada o que um triste e não punido adepto mandou contra ele. Há que dizer que o Luisão foi multado por NÃO ENVIAR O ISQUEIRO DE VOLTA!

Depois de ontem ter regredido mais um pouco no meu coeficiente de inteligência por ter visto o Dia Seguinte e nenhum dos 4 gajos lá presentes ter visto o isqueiro a cair atrás de Luisão...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A 'ressurreição' do Benfica - Por Santos Neves

Por Santos Neves in A Bola

ACONTEÇA o que acontecer hoje em Liverpool, e mesmo que um descalabro (improvável, não impossível) abata o Benfica nas derradeiras jornadas do campeonato, a ressurreição da águia é a mais forte marca desta época do futebol português. Então o Sp. Braga que, com orçamento muitíssimo inferior, ainda ousa não desistir de fantástica proeza? Justifica enormes elogios — tantos e tão rasgados que Domingos Paciência poderá estar prestes a entrar no Dragão, ou em Alvalade, pela maior porta que lá houver—, mas a carreira bracarense não atinge, em várias bitolas de análise, a craveira da benfiquista.
Desde logo: o Sp. Braga saiu da Europa logo à primeira e bem cedo ficou fora das Taças portuguesas; o Benfica conquistou a Taça da Liga (com esfusiantes 4-1 ao Sporting, em Alvalade, e 3-0 ao FC Porto, na final) e, enquanto, superando desgastes, decidia entusiasmar-se também na Liga Europa (brilhante em Marselha, convicto na 1.ª mão com o Liverpool), embalava para substancial avanço na Liga portuguesa.

Depois, e acima de tudo: a qualidade do futebol benfiquista, amiúde exuberante. Múltiplas exibições de mão cheia, sólida estrutura colectiva que se expressa assim: a melhor capacidade defensiva e poder atacante de outra galáxia à dimensão lusitana (na Liga, mais 28 golos que o Sp. Braga...; no toda da época, fasquia de 100 golos claramente ultrapassada).

Finalmente: a maré vermelha que tem criado loucuras de bilheteira de lés a lés do país. Na Luz, a média de espectadores no termo do campeonato poderá ultrapassar 50 mil! Por todos os outros estádios, casa cheia quando o Benfica lá vai (o mais recente exemplo: em jogos na Figueira da Foz, mesmo disputando o seu numa 2.ª feira às 9 da noite, o Benfica vendeu mais bilhetes que FC Porto e Sporting... juntos).

Mesmo pondo de lado o ror de troféus que conquistou (todos) na pré-época, qual a dúvida de que o Benfica tem sido a máxima figura de cartaz nesta época portuguesa?

JORGE JESUS: a trave mestra da transfiguração que empolga o Benfica. OK, arrancou com suplemento de muito importantes aquisições: Saviola, Ramires, Javier Garcia. Mas todo o restante onze mais vezes titular já estava na Luz... e o Benfica passou 4 anos nem sequer ao 2.º lugar chegando. Tinha Quim, Maxi Pereira, Luisão, David Luís, Sidnei (e teve o melhor Léo); tinha Katsouranis, Pablo Aimar, Carlos Martins, Rúben Amorim, Dí Maria, Cardozo... (e dispensou Fábio Coentrão). Arrastava-se sem modelo de jogo e sem convicção. Jorge Jesus construiu estrutura táctica, sedimentou-a e foi-lhe dando alternativas. Agarrou e dimensionou os jogadores; praticamente todos atingiram craveira muito acima da que tinham (até Aimar e Saviola que o futebol internacional muito bem conhecia, mas somavam anos em total eclipse). Importantíssima demonstração da categoria do treinador Jorge Jesus: fez de Di María e Fábio Coentrão futebolistas muito a sério, de alta competição; ficavam-se por brinca na areia (amiúde, cabeças pequeninas), ei-los virados do avesso em dimensão e consistência competitivas. Outro exemplo, embora, claro, numa amplitude que não vai da noite para o dia: Luisão decerto não pouco aprendeu com este técnico, tem feito grande época, está bem melhor jogador, agora sim, solidamente eficaz.

Esta noite se verá onde já chega a dimensão europeia do ressuscitado Benfica. Seria milagre, numa só época de transfiguração, conseguir ir à caça também da Liga Europa. Para isso, este (muito melhor) plantel ainda é insuficiente. Já se nota cansaço porque escasseiam alternativas de equivalente valia. Vide defesas-laterais, flanco direito da linha média (talvez o emprestado Urretabyscaia desse agora bom jeito) e avançados de zona central (o lesionado Saviola faz muita falta; além das suas tão inteligentes movimentações, considero que é ele, não Cardozo, o mais eficaz finalizador do Benfica).


É muito do que penso deste Benfica! Além disso, acrescento a moralização do excelente guarda-redes que é o Quim e a construção de um avançado mais completo personalizada em Cardozo, que com Jesus deixou de ser um tipo grande que cabeceia e mete o pé esquerdo, empurrando bolas para a baliza, para um construtor de jogo (embora ainda tímido)

Pessoalmente, penso que o Benfica acabará por perder Di Maria e possivelmente outro jogador. Não acredito que David Luiz ceda aos milhões, pois ama demais este clube para sair. Luisão já afirmou que quer acabar a carreira no Benfica e Javi, quer chegar à selecção pelo Benfica. Ramires e Cardozo são assim fortes opções para a saída. Assim, o Benfica tem de ter uma solução à altura de Di Maria que poderá passar por Nani, Simão , Urreta ou outro semelhante. Precisamos de defesas laterais consistentes e quanto a mim precisamos de um matador que saiba jogar mais que Cardozo. Além disso... apostava no regresso do encantador Miccoli para "clonar" Saviola.

Quanto a vendas... uiii tanto que há para vender. Luis Filipe, Mantorras, Jorge Ribeiro, etc... todos os que este ano não jogaram devem sair. O Benfica construiu uma equipa equilibrada e é assim que se deve construir o plantel da próxima época, mas desta vez com pé e cabeça, mas também troco, ou seja, sem contar com todos os que estão abaixo do titular. Com isto digo que Kardec, Eder Luis, Julio César, Ruben Amorim, Airton, etc, como já entraram a títulares em jogos ditos importantes, estão claramente à altura, já Mantorras, Luis Filipes, Jorge Ribeiros e afins não!

Depois acho que temos bons juniores que podem jogar jogos menores. Roderick é disso exemplo, mas não só! Além disso, espero que o Rui Costa constitua um clube dito satélite do Benfica. O Santa Clara é uma excelente solução, assim como o Sport London e Benfica que tão brilhante carreira tem feito. Assim os nossos juniores poderia começar a rodar ao mais alto nível e cimentar o seu futebol para anos depois integrarem o plantel principal.

Quanto ao Jorge Jesus... renovem com o homem até 2050! Façam dele o Fergussun português, pois a táctica e o estudo exaustivo das equipas fazem dele um técnico de nível mundial! Uns dirão que é exagero o que digo, mas o Benfica precisa de estabilidade técnica. O Manchester encontrou isso em Alex F. e o Benfica pode fazer o mesmo. Toni, Rui Costa, Mozer, Simões, Augusto... para citar apenas alguns, podem ocupar o lugar de treinador adjunto depois.

domingo, 28 de março de 2010

Benfica - Braga - Análise e Opinião

Foi-me difícil ver este jogo. Não por causa de quaisquer dificuldades extremas que nos tenham sido colocadas pelo clube dos bacorinhos (se na casa mãe são porcos, parece-me natural que aqueles que os imitam e tentam ser como eles sejam bácoros). Sporting Clube de Bácoros assenta-lhes que nem uma luva. A Domingos, Salvadores, Mesquitas e ao resto da vara. O que tornou mais difícil para mim ver este jogo foi mesmo o sentimento de profunda injustiça por a nossa equipa, que tem jogado futebol como há muito não se via, que tem dominado esta liga, que tem exibido uma superioridade incontestável por qualquer um que não seja cego ou o Eduardo Barroso, ser obrigada à ignomínia de ter que, nesta fase do campeonato, jogar um jogo decisivo para a atribuição do título contra uma equipa do nível da dos bácoros, orientada por um fuinha como o Domingos, que se esforça para mostrar estar fora dos campos ao mesmo nível rasteirinho que exibia dentro deles.

E a diferença entre as duas equipas foi bem evidente no jogo desta noite. De um lado, uma equipa interessada em vencer. Do outro, uma equipa remetida ao seu meio campo, interessada em não deixar jogar e em segurar o empate a todo o custo. A carreira dos bácoros neste campeonato tem estado assente na organização defensiva, vencendo diversos jogos pela diferença mínima, e esta noite fizeram apelo a toda essa organização para tentarem sair incólumes do Estádio da Luz. A tarefa do Benfica, que apresentou como única alteração ao onze base a presença do Carlos Martins no lugar do Aimar, era conseguir furar uma defesa que era constituída quase sempre por dez jogadores atrás da linha da bola, com linhas muito juntas, e que tentava aproveitar qualquer livre arrancado por um eventual mergulho do Alan para conseguir chegar perto da nossa baliza. Não foi uma tarefa fácil, até porque o Benfica não esteve numa noite brilhante.

A primeira parte foi quase sempre passada no meio campo dos bácoros, com o Benfica a ter uma posse de bola esmagadora, mas insistindo demasiadas vezes pelo centro, onde aparecia quase sempre um pé ou uma cabeça a interceptar os passes. No ataque, o nosso adversário foi simplesmente inofensivo. Apenas nos referidos livres chegavam perto da nossa área, mas até neste aspecto pouco fizeram, já que os livres foram invariavelmente marcados de forma desastrada. A melhor oportunidade de golo da primeira parte acabou por surgir de um erro de um defesa adversário, que com um mau passe isolou o Saviola, mas este esteve muito mal na decisão que tomou de tentar fintar o guarda-redes, e a ocasião perdeu-se. Cardozo e Saviola também ameaçaram, mas o golo estava difícil de alcançar. E só chegou mesmo sobre o intervalo. Foi numa sequência de dois cantos a nosso favor, na direita do ataque, com o segundo a ser marcado de forma curta. O Carlos Martins fez o centro para um cabeceamento do Javi García, que levou a bola a embater no Luisão e a ficar-lhe nos pés, muito perto da pequena área, tendo ele então rematado de pé esquerdo para o fundo da baliza. Mais uma vez Luisão, o homem dos golos decisivos nos jogos decisivos, a surgir na altura certa para nos levar em vantagem para o intervalo.

A entrada do Benfica na segunda parte foi, como se esperava, boa. A equipa parecia decidida em marcar o segundo golo e resolver cedo o assunto. Apostando mais em jogar pelos flancos, o Benfica conseguia abrir mais espaços nas costas da defesa adversária, e teve vários cruzamentos perigosos aos quais não foi dado o melhor seguimento, com o Maxi Pereira a estar em particular destaque neste aspecto. Talvez com um Cardozo (oportunidades de finalização perdidas por tentar puxar a bola para o pé esquerdo, ou por tentar dominar a bola em vez de finalizar de primeira) ou um Saviola numa noite mais inspirada na finalização pudessemos ter resolvido o assunto mais cedo, e evitado alguns cabelos brancos aos nossos adeptos. Quanto ao nosso adversário, obrigado agora a arriscar mais, mostrou não ter grandes opções para fazê-lo. As substituições que fez foram directas, ou seja, os jogadores que entraram foram jogar exactamente para as mesmas posições daqueles que substituíram. E quanto a chegar à nossa baliza, continuou a ser a mesma coisa, isto é, aproveitarem qualquer livre assinalado, mesmo que fosse sobre a linha do meio campo, para despejar a bola para a grande área. Este método apenas lhes proporcionou uma ocasião em que causaram alguma preocupação, em que um dos centrais conseguiu aparecer a cabecear cruzado ao segundo poste. De resto, foram inofensivos, e não conseguiram sequer ameaçar poderem chegar ao empate. Mesmo nos quinze minutos finais, em que o Benfica adoptou uma atitude mais realista e decidiu baixar as linhas, apostando em segurar a vantagem em vez de procurar com insistência o segundo golo, os bácoros não conseguiram criar qualquer ocasião de perigo, tendo o Quim sido praticamente mais um espectador. Marcarmos o segundo golo teria sido importante, mas foi com a vantagem mínima que o jogo terminou.

Não foi um jogo propício a grandes exibições, já que nunca houve muito espaço para se jogar. Se tenho que fazer alguns destaques, começo pelo Luisão. Quanto mais não seja pelo golo decisivo. O nosso capitão voltou a surgir num jogo decisivo para marcar o golo que nos deu a vitória, e lançar-nos ainda mais para a conquista do campeonato. Mas para além disso, esteve sempre seguro na defesa, como é seu timbre. O Fábio Coentrão voltou a mostrar estar num momento de forma excelente, parecendo completamente adaptado às funções de lateral esquerdo. Aliás, duvido que haja algum lateral esquerdo de raiz em Portugal que neste momento faça melhor a posição do que ele. Muito bom jogo do Ramires, enquanto esteve em campo, tendo-me mesmo surpreendido a sua substituição. Gostei também muito do Javi García, que foi um guerreiro na luta do meio campo e, como é habitual, ganhou e recuperou inúmeras bolas. Conforme disse, e apesar de terem trabalhado muito, o Saviola e o Cardozo não estiveram felizes na finalização. E o Di María esteve demasiado discreto num jogo em que eu esperava que desequilibrasse mais.

Acabámos de completar uma volta inteira sem derrotas. Temos seis pontos de vantagem, faltam seis jogos para terminar a Liga. Ainda há muito trabalho pela frente, ainda teremos que sofrer bastante até final e manter a concentração, mas ficámos agora muito mais perto do grande objectivo para esta época. O título será a única recompensa justa para uma época que tem sido, até agora, brilhante.



in Tertúlia Benfiquista

Ia escrever a minha análise do jogo, mas o D' Arcy fez uma análise tão perfeita que coloco a dele aqui.

Ressalvo apenas alguns aspectos:

1º Que o Braga não fez mesmo por vencer o jogo. Procurou manter sim o 3 pontos de diferença na esperança que o Porto lhes desse o campeonato. O Benfica lutou sempre pelo seu objectivo, que é vencer sempre! Lutou e conquistou o almejado golo num lance do bola parada com sorte. A verdade é que criamos não uma nem duas chances de golo. Foram várias as hipóteses! Várias desperdiçadas, outras tiradas como pão da boca de Saviola e Cardozo.

2º As Grandes exibições de jogadores do Benfica!

Quim - Enorme é o adjectivo! Sempre seguro e a mostrar que é o melhor guardião em Portugal. Mostrou em campo como o guarda redes deve ser seguro e saber gerir o jogo. Mostrou a Queiroz que deveria ser o seu 12 na baliza das quinas.

Coentrão - Excelente nos 90 minutos. Mostrou que para além de bem dotado tecnicamente se consegue adapta magnificamente à posição de defesa esquerdo. Esteve brilhante a defender e excelente a atacar. Recuperou muitas bolas.

David Luis - Implacável é a palavra! Excelente a recuperar jogo, a defender e a sair a jogar. Para mim, é mesmo o melhor central a actuar em Portugal.

Luisão - Tal como em 2004 marca um golo que pode decidir o campeonato. Bem a defender, apenas me lembro de uma falha enorme que David Luis salvou.

Maxi - O homem tem de ter mais de 2 pulmões. Muito corre o rapaz! Sobe bem, entrega bem e agora começou a rematar de longe, o que o torna mais jogador ainda.

Javi - Imponente como sempre. Brilhante a preencher espaços, inteligente a cortar jogadas e implacável na marcação.

Martins - Como sempre, lutou até ter pulmão. Dinamizou muito o ataque e forçou o Braga a recuperar rápido temendo o seu pontapé de meia distância. Recuperou imensas bolas e está inocente no lance da lesão de Mossoró, pois apenas joga a bola.

Aimar - Entrou e mexeu com o jogo como é seu hábito. Hábil a soltar e distribuir bola, eficaz nas entradas na área.

Cardozo - Com dois centrais fortes, debateu-se bem e procurou ajudar a equipa. Foi buscar muitas bolas atrás, chegou-se mais à linha na 2ª parte para dar espaço a Aimar e teve nos pés várias oportunidades... pena que a maioria tenha chegado ao pé direito e não ao esquerdo.

Saviola - Esteve em dúvida a semana toda, mas sempre achei que jogaria. Este ao seu nível em todos os aspectos, ou seja, brilhante e bem acima da média. Apenas falhou no capítulo da finalização, mas nem sempre pode estás perfeito.

Ruben Amorim - Pratico e eficaz como sempre. Aparecia em todo o lado no pouco tempo que esteve em jogo. Entrou claramente para poupar Ramires para o jogo com o Liverpool.

Kardec - Jogou muito pouco tempo para avaliação.

3º Falta de criatividade do Braga - Foi sempre uma equipa contida, muito mais preocupada em anular o Benfica que em construir jogo. Acordou um pouco na segunda metade da segunda parte, mas desceu à terra quando foi sacudida pelas investidas do Benfica.

4º Jesus - Muitos criticaram as criticas e as bocas antes do jogo, mas como diria o Mourinho, é um mind game. Na conferência de imprensa esteve muito bem, só achei que a história de paternidade da qualidade de jogo de Braga já é um pouco demais. Mas mesmo assim, é mais um mind game para assombrar o Domingos.

5º Domingos - É triste ver alguém a protestar por 7 segundos... Além disso, dizer que o jogo foi equilibrado só pode ser um pro forma de discurso de treinador...

6ª Adeptos - Ter o estádio cheio num jogo importante como este era fundamental e os adeptos reagiram em massa! Soube de muitos que já foram tarde para comprar ingressos. Mas mais importante é ver os 62 mil adeptos benfiquistas a gritar pelo seu clube os 90 minutos!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

0-0 não deveria dar pontos!

É triste vermos jogos onde as duas equipas não produzem nada pois o resultado lhes dará 1 ponto. É triste ver equipas que jogam com o "autocarro" em frente à baliza e depois dizem que fizeram um bom jogo.

Estas equipas jogam não para ganhar, mas para não perderem, pois o empate dá 1 pontinho. Não seria mais dignificante e não cativava mais adeptos se o futebol fosse mais jogado? Ora se o empate sem golos não desse pontos, as equipas teriam de jogar de igual para igual. Muitos dirão que penalizava as equipas com menores recursos, mas não necessariamente. As equipas teriam apenas de se adaptar e saber jogar mais tacticamente. E seria muito mais justo para as equipas que jogam o futebol pelo futebol, ou seja, que realmente produzem bom futebol.

Basta olharem para o jogo de hoje. O Benfica atacou, atacou e atacou e quase que empatava com um verdadeiro empata! A Naval não foi nitidamente jogar para ganhar, foi à Luz para não perder, pois o empate lhes dava um ponto. Felizmente, Javi Garcia chegou mais alto e mostrou de que é feito este Benfica!

Além disso quero realçar os festejos do Benfica! Mostraram bem a vontade de vencer que JJ tem colocado no Benfica! Vê-se David Luis, Fábio Coentrão, Di Maria, Saviola, Luisão e outros a darem o se máximo! Lutam até ao último apito do árbitro Este sim é o meu Benfica. Este é o Benfica à Benfica!